Sofisticação e arte estão juntas no novo celular da Gradiente, o Van Gogh. Diferente de outros pintores, Van Gogh foi um homem sempre com a pulga atrás da orelha. Cansado da coceira que a arte comum lhe causava, o pintor holândes resolveu ser vanguarda, acabando assim com cochicos ao pé do ouvido sobre sua forma de retratar o mundo.
Um orelhudo na arte, um homem sempre antenado, sempre de ouvidos em pé para o que acontecia. Assim como a Gradiente, que agora lança seu mais novo aparelho celular para consumidores que, mais do que simplesmente falar, querem ouvir o que o mundo tem a dizer.
A maior inovação do Gradiente Van Gogh é sem dúvida a orelha flip que permite uma melhor recepção do outro lado da linha. Diferente dos seus pares no mercado, que investem no toque, o Gradiente Van Gogh quer apenas que você escute com toda a perfeição possível a ligação do outro lado. Quem gosta de toque, que vá ao proctologista.
Mas de nada adianta um produto ser reconhecido no mercado se o seu inspirador vira as costas para suas funcionalidades. Por isso Van Gogh em pessoa deu um depoimento ao ZG falando do mais novo aparelho da Gradiente.
Zoei Grandão. Sua mãe aguarda ansiosamente o lançamento do Motor Rola Picasso.



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